sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Me sinto um mix de sensações. Vi e li muita coisa que, confesso, me impressionaram. Da raiva e do nojo e caras feias ao alívio e sorriso no rosto. É triste como tudo se findou. É inconformante. Desnecessário.
Acho que nada do que aconteceu era preciso. Um turbilhão de atitudes mal pensadas ocasionaram num desfecho injusto. Me contradigo a dizer que tudo que vivi não foi um sonho, foi realidade. Foi intenso e verdadeiro. Só me perco em meus pensamentos cada vez que penso no presente, no hoje, no agora. Enquanto digito essas palavras que saem de dentro de mim, muitas outras pedem espaço para voltar, como se voltar fosse a melhor solução. Como se fosse onde elas realmente deveriam estar e ali, permanecer.
Tudo é e esta muito confuso, não estou em condições de falar sobre nada. Sobre tudo. Sou confuso, sou romântico, sou humano, sou amante, sou descrente, sou sonhador. Mas sonho com os pés no chão.
Não estou mal, não estou bem, não estou "mais ou menos", eu apenas estou.
Estou como deveria estar.
Acho que nada do que aconteceu era preciso. Um turbilhão de atitudes mal pensadas ocasionaram num desfecho injusto. Me contradigo a dizer que tudo que vivi não foi um sonho, foi realidade. Foi intenso e verdadeiro. Só me perco em meus pensamentos cada vez que penso no presente, no hoje, no agora. Enquanto digito essas palavras que saem de dentro de mim, muitas outras pedem espaço para voltar, como se voltar fosse a melhor solução. Como se fosse onde elas realmente deveriam estar e ali, permanecer.
Tudo é e esta muito confuso, não estou em condições de falar sobre nada. Sobre tudo. Sou confuso, sou romântico, sou humano, sou amante, sou descrente, sou sonhador. Mas sonho com os pés no chão.
Não estou mal, não estou bem, não estou "mais ou menos", eu apenas estou.
Estou como deveria estar.
domingo, 6 de dezembro de 2009
Dreamer!
Ontem eu tive um sonho. Este em que tudo estava normal, tudo estava bem, nada tinha acontecido. Acordei pensando que minha vida fosse a extensão dele. Foi ai que eu me deparei com a realidade. E a realidade é que eu posso sim ter sonhado, não só por uma noite. Sonhei que amei. Sonhei que fui feliz. Sonhei que me senti completo e que assim seria o resto dos meus dias. Sonhei!
Lembro do primeiro almoço, do primeiro pedido, do primeiro beijo, do primeiro toque, do primeiro "bom dia", do primeiro "boa noite", da primeira noite, do primeiro "amo vc!". Somente lembro. Sonho com eles.
Nunca deve ter passado disso; um sonho. Algo me dizia que não era somente um sonho. Mas não.
Foi somente um sonho.
Sonhei por sete meses.
Lembro do primeiro almoço, do primeiro pedido, do primeiro beijo, do primeiro toque, do primeiro "bom dia", do primeiro "boa noite", da primeira noite, do primeiro "amo vc!". Somente lembro. Sonho com eles.
Nunca deve ter passado disso; um sonho. Algo me dizia que não era somente um sonho. Mas não.
Foi somente um sonho.
Sonhei por sete meses.
sábado, 5 de dezembro de 2009
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Pedido ou consciência?
"...comece a lidar com sua realidade. e eu estou nela. e tudo que te envolve. e tudo que me envolve. e tudo que nos envolve."
terça-feira, 23 de junho de 2009
O salto!
Depois de tanto tempo sem saber o que era isso, me encontro chorando. Ouvindo "Perfect Symmetry" e pensando no decorrer desses dias, semanas, meses.
As vezes eu me julgo tão impotente, tão maduro, tão seguro de si. Mas será que é realmente isso? Será que a pouca experiência "a mais" significa alguma coisa? Não sei me responder. Talvez sim, talvez não.
Eu achei que era capaz de fazer esquecer o passado. Pensei que fosse capaz de fazer do presente algo muito mais forte. E fazer, da possibilidade de um futuro extenso, valer muito mais a pena do que tudo que passara. Aqui fica minha dúvida e também minha insegurança. Posso estar dizendo algo por mera interpretação erronea do que leio, como pode não ser.
Será que querer estar sempre presente, querer cuidar como nunca quis antes, querer estar sempre próximo (seja de que forma for) é muito? Seria pressão? Expor o que não agrada, pensando no futuro, nos planos a longo prazo que crio? Será?
Eu que estou errado? Sera exagero e falta de discernimento?
Me vejo incapaz de conseguir 100% do que eu quero. Já que sempre consegui tanta coisa na vida, sera a hora desta me mostrar que posso estar dando o passo maior que as pernas?
O que é dar um passo maior que as pernas, se o que eu quero é pular?
Será hora de realmente pular? Ou de correr? Ou de andar?
Ou de parar?
Ou de retroceder?
Pois bem.
As vezes eu me julgo tão impotente, tão maduro, tão seguro de si. Mas será que é realmente isso? Será que a pouca experiência "a mais" significa alguma coisa? Não sei me responder. Talvez sim, talvez não.
Eu achei que era capaz de fazer esquecer o passado. Pensei que fosse capaz de fazer do presente algo muito mais forte. E fazer, da possibilidade de um futuro extenso, valer muito mais a pena do que tudo que passara. Aqui fica minha dúvida e também minha insegurança. Posso estar dizendo algo por mera interpretação erronea do que leio, como pode não ser.
Será que querer estar sempre presente, querer cuidar como nunca quis antes, querer estar sempre próximo (seja de que forma for) é muito? Seria pressão? Expor o que não agrada, pensando no futuro, nos planos a longo prazo que crio? Será?
Eu que estou errado? Sera exagero e falta de discernimento?
Me vejo incapaz de conseguir 100% do que eu quero. Já que sempre consegui tanta coisa na vida, sera a hora desta me mostrar que posso estar dando o passo maior que as pernas?
O que é dar um passo maior que as pernas, se o que eu quero é pular?
Será hora de realmente pular? Ou de correr? Ou de andar?
Ou de parar?
Ou de retroceder?
Pois bem.
sexta-feira, 5 de junho de 2009
É, pois é...
... Parece que o cheiro da felicidade aguça o fuçinho daqueles aos quais nunca imaginei.
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Tsc
Eu acho que ainda não aprendi a conviver com a possibilidade de se decepcionar. Insisto em sempre esperar das pessoas o suprimento das minhas expectativas, esse que quase nunca ocorre. Paciência...
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Achei?
Quem nunca sonhou com o príncipe encantado? Em encontrar a tampa da sua panela, a metade da sua laranja, e ser feliz?Por muito tempo, esperei sentado à janela, meu príncipe chegar, montado em seu cavalo branco. Por que não? Não seria algo impossível, seria? Sim. Conclui que sim.
Já tinha desistido dessa hipótese. Não estava mais a procura do príncipe encantado. Até que algo, infinitamente superior à minha vontade, me fez mudar.
Não foi da maneira mais épica, cavalgando em seu lindo cavalo branco, que se aproximou. Mas está me mostrando, aos poucos, da forma mais bonita, que a vida pode ser, sim, como um conto de fadas.
Pouco. Falta muito pouco para eu me sentir, inteiramente, completo.
quinta-feira, 28 de maio de 2009
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Algo que nem eu mesmo sei.
"I just can't get you out of my head. Boy it's more than I dare to think about."
Curioso é que, antes de você, não era assim. Duas ou três semanas eram suficientes para me cansar e, em seguida, "descartar". Por que agora está sendo diferente? Por que agora, cada momento contigo, me faz mais e mais bem? O que tens que ninguém até hoje nunca teve? Me conta esse segredo. Eu preciso saber dele mesmo não pretendendo mais usá-lo.
Afinal, você, hoje, me basta.
Curioso é que, antes de você, não era assim. Duas ou três semanas eram suficientes para me cansar e, em seguida, "descartar". Por que agora está sendo diferente? Por que agora, cada momento contigo, me faz mais e mais bem? O que tens que ninguém até hoje nunca teve? Me conta esse segredo. Eu preciso saber dele mesmo não pretendendo mais usá-lo.
Afinal, você, hoje, me basta.
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Cá estou.
Vivo num momento tão gostoso.
Acho que começo a sentir algo que nunca sentira antes. Não acho precipitada qualquer coisa que eu venha a falar, apesar do "pouco tempo", pois este é relativo. Demais.
Seja o que for, é algo que tem tomado conta dos meus pensamentos, atitudes, palavras, meus dias e noites.
A ansiedade me mata. Não vejo a hora de fazer o que tanto quero. De olhar em teus olhos e dizer, em leves e doces palavras, o que eu mais quero dizer. O que você mais quer ouvir.
Acho que começo a sentir algo que nunca sentira antes. Não acho precipitada qualquer coisa que eu venha a falar, apesar do "pouco tempo", pois este é relativo. Demais.
Seja o que for, é algo que tem tomado conta dos meus pensamentos, atitudes, palavras, meus dias e noites.
A ansiedade me mata. Não vejo a hora de fazer o que tanto quero. De olhar em teus olhos e dizer, em leves e doces palavras, o que eu mais quero dizer. O que você mais quer ouvir.
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Uma simples realidade.
Desencadeando reações, formulando questões, solucionando fatos.
Procurando exclamações; vomitando interrogações.
Estabelecendo vírgulas... e pontos.
Procurando exclamações; vomitando interrogações.
Estabelecendo vírgulas... e pontos.
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