quinta-feira, 25 de junho de 2009

Pedido ou consciência?

"...comece a lidar com sua realidade. e eu estou nela. e tudo que te envolve. e tudo que me envolve. e tudo que nos envolve."

terça-feira, 23 de junho de 2009

O salto!

Depois de tanto tempo sem saber o que era isso, me encontro chorando. Ouvindo "Perfect Symmetry" e pensando no decorrer desses dias, semanas, meses.
As vezes eu me julgo tão impotente, tão maduro, tão seguro de si. Mas será que é realmente isso? Será que a pouca experiência "a mais" significa alguma coisa? Não sei me responder. Talvez sim, talvez não.
Eu achei que era capaz de fazer esquecer o passado. Pensei que fosse capaz de fazer do presente algo muito mais forte. E fazer, da possibilidade de um futuro extenso, valer muito mais a pena do que tudo que passara. Aqui fica minha dúvida e também minha insegurança. Posso estar dizendo algo por mera interpretação erronea do que leio, como pode não ser.
Será que querer estar sempre presente, querer cuidar como nunca quis antes, querer estar sempre próximo (seja de que forma for) é muito? Seria pressão? Expor o que não agrada, pensando no futuro, nos planos a longo prazo que crio? Será?
Eu que estou errado? Sera exagero e falta de discernimento?
Me vejo incapaz de conseguir 100% do que eu quero. Já que sempre consegui tanta coisa na vida, sera a hora desta me mostrar que posso estar dando o passo maior que as pernas?
O que é dar um passo maior que as pernas, se o que eu quero é pular?
Será hora de realmente pular? Ou de correr? Ou de andar?
Ou de parar?
Ou de retroceder?

Pois bem.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

É, pois é...

... Parece que o cheiro da felicidade aguça o fuçinho daqueles aos quais nunca imaginei.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Tsc

Eu acho que ainda não aprendi a conviver com a possibilidade de se decepcionar. Insisto em sempre esperar das pessoas o suprimento das minhas expectativas, esse que quase nunca ocorre. Paciência...

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Achei?

Quem nunca sonhou com o príncipe encantado? Em encontrar a tampa da sua panela, a metade da sua laranja, e ser feliz?
Por muito tempo, esperei sentado à janela, meu príncipe chegar, montado em seu cavalo branco. Por que não? Não seria algo impossível, seria? Sim. Conclui que sim.
Já tinha desistido dessa hipótese. Não estava mais a procura do príncipe encantado. Até que algo, infinitamente superior à minha vontade, me fez mudar.
Não foi da maneira mais épica, cavalgando em seu lindo cavalo branco, que se aproximou. Mas está me mostrando, aos poucos, da forma mais bonita, que a vida pode ser, sim, como um conto de fadas.


Pouco. Falta muito pouco para eu me sentir, inteiramente, completo.