Depois de tanto tempo sem saber o que era isso, me encontro chorando. Ouvindo "Perfect Symmetry" e pensando no decorrer desses dias, semanas, meses.
As vezes eu me julgo tão impotente, tão maduro, tão seguro de si. Mas será que é realmente isso? Será que a pouca experiência "a mais" significa alguma coisa? Não sei me responder. Talvez sim, talvez não.
Eu achei que era capaz de fazer esquecer o passado. Pensei que fosse capaz de fazer do presente algo muito mais forte. E fazer, da possibilidade de um futuro extenso, valer muito mais a pena do que tudo que passara. Aqui fica minha dúvida e também minha insegurança. Posso estar dizendo algo por mera interpretação erronea do que leio, como pode não ser.
Será que querer estar sempre presente, querer cuidar como nunca quis antes, querer estar sempre próximo (seja de que forma for) é muito? Seria pressão? Expor o que não agrada, pensando no futuro, nos planos a longo prazo que crio? Será?
Eu que estou errado? Sera exagero e falta de discernimento?
Me vejo incapaz de conseguir 100% do que eu quero. Já que sempre consegui tanta coisa na vida, sera a hora desta me mostrar que posso estar dando o passo maior que as pernas?
O que é dar um passo maior que as pernas, se o que eu quero é pular?
Será hora de realmente pular? Ou de correr? Ou de andar?
Ou de parar?
Ou de retroceder?
Pois bem.
terça-feira, 23 de junho de 2009
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